FRANK BARROSO

Jornalista e Gógrafo
FRANK BARROSO

Uma Vida Dedicada à Comunicação, Tecnologia e Transformação Socia

Tenho diversas competências que adquirir ao longo de minha vida. Desde os 17 anos que trabalho com informática quando comecei a usar programas de edição de textos e diagramação. sou jornalista a 38 anos e web designer a mais de 20 anos.

  • Jornalismo Comunitário e Comunicação Institucional
  • . Web Design e Tecnologia Digital
  • Geógrafo urbanista, Técnico em Geoprocessamento e Análise Espacial
  • Gestão Social e Liderança Comunitária
  • Multidisciplinaridade e Ética Profissional
FATOS

PROGRAMA E PROJETOS

50 k
Pessoas beneficiadas
20 +
Projetos executados
40 +
Experiência em comunicação
250 +
Ações comunitárias
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Trajetória marcada pela inovação e compromisso com a comunidade

Aos 17 anos, Frank Barroso já carregava nas mãos as primeiras edições de um jornal comunitário, produzido de forma artesanal no Gama, cidade satélite do Distrito Federal. Quase quatro décadas depois, o jornalista, web designer, geógrafo urbano e gestor social acumula uma trajetória marcada pela inovação, pelo serviço à comunidade e pela constante reinvenção profissional. Com 38 anos de jornalismo, mais de 20 de web design e uma especialização recente em Geoprocessamento, Barroso personifica a intersecção entre tradição e modernidade. 

Das Redações Comunitárias ao Jornalismo de Impacto

Frank Barroso começou a escrever sua história no jornalismo em 1985, quando criou o *O Comunicante* e, posteriormente, o *Gama Notícia*, veículos que deram voz a uma região periférica do DF. “Eram tempos de máquina de escrever e cola quente para diagramar as páginas”, lembra. A paixão pelo ofício o levou à extinta Fundação Educacional do DF (1987-1989), onde editou o informativo institucional, e depois à *Folha do Gama*, em 1989. Assumiu como diretor-responsável em 1990, cargo que ocupou por 11 anos, até que o jornal impresso encerrou suas atividades em 2001

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Da Diagramação à Revolução Digital

Se os anos 1980 e 1990 foram marcados pelas redações e pelas gráficas, os anos 2000 trouxeram um novo desafio: a internet. Barroso mergulhou no universo da web design em 2000, quando dominar HTML era como aprender uma nova língua. “Era tudo estático, mas já sentia que aquele seria o futuro”, afirma. Em 2008, adaptou-se à era dos gerenciadores de conteúdo, como Joomla, Drupal e WordPress, ferramentas que democratizaram a criação de sites. 

Por trás das telas, construiu uma carreira sólida: desenvolveu portais para empresas, sindicatos e ONGs, sempre com foco em usabilidade e acessibilidade. “O web design não é apenas estética. É sobre garantir que a informação chegue a todos, de forma clara e eficiente”, explica. Sua expertise, acumulada em mais de duas décadas, rendeu-lhe projetos para clientes em múltiplos setores, do comércio local a instituições de ensino. 

O jornalismo comunitário sempre foi meu oxigênio. Era onde eu via o impacto direto das histórias que contávamos”, reflete. Mesmo após o fim da versão física da Folha do Gama. Frank manteve viva a chama do projeto, migrando para o digital. Paralelamente, entre 1994 e 2015, produziu mais de 200 jornais corporativos e sindicais como freelancer, consolidando-se como referência em comunicação institucional. 

Revela-se o geógrafo urbanista

Geógrafo e Técnico em Geoprocessamento: Análise especial como ferramenta de transformação

Em 2017 concluiu o curso de bacharel em Geograida pela Universidade Federal de Uberlândia. A partir dai Frank Barroso deu mais um salto em sua carreira ao abraçar o Geoprocessamento. Utilizando softwares como ArcGIS Pro e QGIS, passou a criar mapas temáticos para geolocalização comercial, análise urbana e estratégias de geomarketing. “Um mapa não mostra apenas onde as coisas estão. Ele revela desigualdades, oportunidades e caminhos para políticas públicas”, destaca. 

Sua atuação na área ganhou profundidade com projetos sociais desenvolvidos pelo Instituto Pró Cidade Futura, entre 2009 e 2014. Em parceria com a Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Ministério das Cidades, Instituto Pólis e UFRJ, Barroso coordenou iniciativas que uniam tecnologia e inclusão. Desenvolvemos programas de de mobilidade urbana, promoção da saúde e capacitação de lideranças. Era geografia aplicada à vida real”, relembra. 

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